Aracaju 2024! Pré-candidaturas governistas podem “isolar” Emília Corrêa!

Ainda é muito cedo para termos uma definição sobre o cenário político de Aracaju, mas analisando o contexto de momento, é sabido que a vereadora Emília Corrêa desponta com bom ímpeto na corrida pela prefeitura, apesar de em nenhum momento ela ter confirmado sua pré-candidatura à prefeita. Mas este colunista já vem “batendo na mesma tecla” há algum tempo: falta um agrupamento sólido para dar projeção ao nome de Emília à PMA.

Hoje a vereadora lidera todos os levantamentos realizados e quem mais se aproxima dela são o ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PL) e a secretária de Estado, Danielle Garcia, que disputou a eleição para prefeita de Aracaju em 2020 e o Senado Federal em 2022. Mas a própria Emília costuma pontuar em suas falas que não vai fazer “negociatas” ou “acordos” para chegar à PMA, o que não é negativo, diga-se de passagem, mas ela precisa construir um agrupamento político próprio.

Considerando que Valmir pode disputar a prefeitura de Itabaiana e que Danielle tem tido seu nome bastante “ventilado” para vice em uma possível chapa governista, a análise mais “simplista” aponta um favoritismo de Emília desde já. É nesse momento em que ela esbarra na falta de um agrupamento sólido que dê estabilidade a sua provável pré-candidatura à PMA. Se não tomar cuidado, a vereadora corre o risco de “desidratar” até o início da campanha eleitoral.

E antes que os críticos digam que este colunista quer “agradar A” ou “agradar B”, o titular deste espaço avisa: na política os cenários mudam de acordo com o momento e o “desidratar” posto acima é algo comum e que pode ser uma estratégia política. Em síntese: faz parte do jogo! E como todo mundo quer sair vencedor da eleição são visíveis “duas frentes” no bloco governista de pré-candidaturas femininas: as deputadas federais Katarina Feitoza (PSD) e Yandra Moura (União).

 

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